segunda-feira, 22 de junho de 2015

Dia de luto

Morre o maior técnico que o Flamengo já teve, e um dos melhores jogadores do mundo. Um dia de muita tristeza e dor para os fãs de Luis Carlos Nunes da Silva, o querido Carlinhos, o violino da Gávea. Muita força aos familiares pelo momento. Com grande pesar, todas as homenagens lhe são devidas.

Exemplo de profissional, raro hoje e mesmo no seu tempo de jogador, o que lhe garante o título de fora de série. Obrigado pelas alegrias! Não tive a honra de conhecê-lo pessoalmente, mas acompanhei o seu trabalho. Na lembrança de quem vivenciou as glórias do futebol-arte, um saudoso sentimento... Em outros gramados, esperamos revê-lo!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Prejuízo no lucro

Os resultados do campo contrastam com os financeiros. Enquanto fora de campo um grupo de profissionais de finanças tem mudado o Flamengo, nas quatro linhas, falta descobrir uma equipe técnica de similar perfil.

Jaime teve a oportunidade em um passado próximo. Falam-se em nomes de treinadores confessamente sem identificação com o patrimônio rubro-negro. Não seria esse um ponto também importante? Por que não inovar também em campo com uma comissão técnica com poderes tripartites, tal qual como ocorreu em algumas pastas da gestão do Clube? A título de exercício, poderíamos pensar em Jaime, Andrade e Junior. 

Coragem para ousar!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

O melhor ponta-de-lança

A melhor síntese sobre quem foi o melhor jogador de todos os tempos e a realidade do futebol atual. Parabéns ao blogueiro pelo texto corajoso lançado no território de velhacos anônimos.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A volta dos que não foram

O bom filho à casa volta. O retorno do querido Jaime de Almeida é uma alegria para todos. O clube precisa dele, principalmente em tempos de estabilidade. É o momento de se se fortalecer as divisões de base e lançar a semente para um período de glórias dentro e fora dos gramados.
Ave, Jaime!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Despedida de Léo Moura

Justas homenagens ao jogador pelo fim do ciclo no Flamengo. Leandro e Jorginho foram melhores, tecnicamente falando, apesar do último ser torcedor de outro time.

O último clássico disputado mostrou que a saída de Léo será um ótimo negócio para todos: clube, atleta e torcida. Sim, para os torcedores, ficará a imagem do atleta dedicado, averso à polêmicas e noitadas. Bons ventos o levem e o façam muito feliz na terra do Tio Sam!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Novos tempos

Nomes são ventilados, mas poucas foram as contratações no Flamengo. Mantém-se a política de "pés no chão", sem grandes nomes. O contraste com a quantidade de jogadores que foram ou serão dispensados é nítido.

O "estouro da bolha" especulativa no futebol e a situação financeira do Clube fez a diretoria adotar medidas necessárias. Outras agremiações devem seguir o exemplo, apesar de existirem exceções.

Espera-se que se dê mais espaço para os talentos da casa para atuar no time titular, sem terem que ficar no banco vendo Val, Bruninho e outros cabeças-de-bagre vestirem o manto Rubro-Negro.