terça-feira, 9 de outubro de 2012

Eleições

Infelizmente, o tema está muito vinculado ao futebol.

A derrota no pleito municipal da atual mandatária do Mais Querido do Brasil, animou a oposição. É necessário centrar esforços em torno da candidatura de Walim, o candidato com melhor proposta.

A chapa da situação, apesar de fragmentada, acha que tem condições de se reeleger em novembro por causa da votação obtida pela candidata Patrícia Amorim à Câmara de Vereadores na zona sul do Rio. A questão ignorada pelos correlegionários é a pressão, sobretudo, externa, da torcida, não-sócia do Flamengo. Em caso de manutenção do atual grupo, o ambiente será o de maior instabilidade em toda a história do Clube. 

Bons ventos tragam Wallim para a presidência. União na oposição!

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Mesmo não sendo eleito, Andrade sai vitorioso das eleições. Obteve uma boa quantidade de votos e fica como potencial suplente para os políticos profissionais.

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Por fim, o mais importante, o esporte! Em campo, o time melhora. Sem o zagueiro, digo, centroavante adversário, Wellington, a zaga foi bem com Frauches. Esperemos a estréia tardia de Renato Santos. Há pouco tempo para se mostrar serviço. Somente com uma maior sequência de jogos, quiçá no próximo ano, poderemos avaliar a contratação.

Fica, também, a torcida para que Adriano aceite o acompanhamento psiquiátrico e reencontre o caminho das vitórias. Fé e persistência.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Fim de uma era

A saída de Deivid encerra a era do maior ídolo da Gávea. Como dirigente, Zico foi o responsável pela contratação do atacante, com DNA rubro-negro. 

Foram 99 jogos com a camisa do Flamengo, com respeito pela camisa, mas com decepções de lado a lado. Em fim de carreira, Deivid protagonizou, pelo menos, um lance que dificilmente será esquecido no meio esportivo. Entretanto, poucos são os profissionais com o espírito e dedicação próprios dos que amam o ofício e o fazem com respeito ao coletivo que integram. É uma pena que não tenha vestido a camisa quando do auge dos seus muitos gols decisivos.

A saída do Flamengo alivia a folha em R$500 mil, fora outros gastos que a temerária gestão ignora. Outro ponto é o fim do investimento da fornecedora de material esportivo na remuneração do atleta. Considerando o momento pelo qual passa, é um alento não precisar mais efetuar o desembolso. Seria, pois, destinado ao pagamento do salário Imperador, caso volte a jogar em alto nível?

A dúvida persiste, mas é preferível dar, mais uma vez, o benefício da dúvida, apesar de mais um episódio envolvendo a polícia, como relata o noticiário das últimas horas. Ave, Adriano!

A generosidade é válida, também, para os resultados do time profissional. A formação, possibilitando a chegada dos jovens da base, é afeta a oscilações. Assim deve ser até meados do próximo ano, quando, se a diretoria permitir, possa se consolidar um grupo competitivo. Hosana!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Tempos Inglórios

A relação do poder público com o esporte é milenar, sendo difícil de pontuar no tempo um marco. Não o foi diferente no contexto tupiniquim para a próxima Copa do Mundo de Futebol. 

Um famoso político colocou a paixão clubística a frente dos interesses nacionais e durante o jantar com uma empreiteiro transnacional convenceu-o a participar da construção de um estádio de futebol. Os presentes disseram que a obra era de alto custo e risco do ponto de vista operacional, mas foram tranquilizados com a promessa de ganhos que compensariam as perdas. 

Precavidos, os executivos com vasta experiência e ambiência em situações assemelhadas propuseram a criação de uma empresa para gerenciar as operações do equipamento quando este fosse concluído. Assim, restringiriam-se as perdas a uma única empresa do grupo e poderiam se desfazer dela tão logo despontasse algum parceiro, possibilidade remota, mas mantida no planejamento, como se recomenda a prática gerencial. 

Em paralelo, além dos acordos infrutíferos para viabilizar comercialmente o espaço esportivo, foram estabelecidos alianças políticas inusitadas, para dizer o mínimo. Como se trata de tempo de "apocalipse", lobos e cordeiros selaram pacto de amizade e mais chifres apareceram na cabeça do dragão... . Como dizem os estudiosos na ancestralidade mística, nenhum ciclo é eterno e não há mal que dure para sempre. Esperemos a roda da fortuna girar e saber quem conseguirá manter-se altivo sem sujar as mãos. 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Separando o Joio do Trigo

Foi-se mais um treinador, aumenta-se o passivo trabalhista do Flamengo. Notável diretoria...

Lamentavelmente, não se pode dizer que o pior já passou. Ainda faltam 4 meses para acabar o mandato. Resta acreditar na capacidade das urnas rubro-negras trazerem um presidente menos ruim do que a atual mandatária.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Alavanca de Arquimedes

Arquimedes de Siracusa não inventou a alavanca, mas disse que se lhe dessem uma, poderia levantar o mundo. O princípio da alavanca é bem conhecido pelos físicos e matemáticos. Lamentavelmente, a massa indômita, guiada por uma facção mediática alienante - um binômio difícil de ser equacionado - revela pouca intimidade com a alavancagem. 

No quadro-a-quadro das imagens geradas pela emissora de TV, observa-se o princípio descrito por Arquimedes em ação. 






Imagens: Rede Globo de Televisão

É ainda menos sútil que a chamada "cama de gato", quando um jogador altera o centro de gravidade do outro, tocando-o quando este, tentando cabecear uma bola no ar, é derrubado. 

Nas imagens da sequência, evidencia-se que o contato ocorre quando Ibson, o número 7, está em progressão à pequena área, sem que os pés estejam no solo no momento do choque. O deslocamento existe, gerando a penalidade.

Os comentaristas ficam em dúvida por desconhecer um princípio da física, mas Arquimedes, não.

Imagens: Globoesporte.com


domingo, 8 de julho de 2012

100 anos do Futebol do Flamengo

As Organizações Globo estão de parabéns pela participação na festa do evento deste domingo e pela promoção do clássico esportivo ao longo da semana. O time do Flamengo não correspondeu ao esforço de mídia, não só por conta da comissão técnica, mas, principalmente, por parte dos dirigentes, excluindo desta lista, Zinho. É quem tem feito um bom trabalho nos bastidores.

Em 100 anos, o Clube precisa renovar-se fora de campo, pois dentro dele já provou que pode e consegue, apesar do atual momento.  Dentro de campo, seria muito ter um time de glória com Garcia, Leandro, Reyes, Mozer, Jordan, Junior, Carlinhos, Dida, Zico, Zizinho e Leônidas. Um verdadeiro dream team. 


Fica a esperança dos jovens Adryan, Matheus e Tomás poderem trazer os bons tempos de conquistas à Gávea e ao Ninho do Urubu.