Deu no Globo
Em lua-de-mel com clube, técnico chora em casamento
Celebridades reverenciam treinador
JOEL ENXUGA lágrimas na bandeira do Fla
Carlos Eduardo Mansur
Luana Piovani, Preta Gil, Thiago Lacerda, Marcos Palmeira e Eduardo Moscovis; Letícia Birkheuer, Ivete Sangalo, Débora Bloch e Gabriela Duarte; Cleo Pires e Henri Castelli. O time de celebridades era respeitável, mas ficou provado que é difícil competir em popularidade com Joel Santana.
O comandante rubro-negro marcou presença, na noite de anteontem, no casamento do assessor de imprensa Bernardo Monteiro e da empresária Mariana Lobo, na Sociedade Hípica Brasileira. Ao seu estilo, o técnico tentou permanecer discreto, ao lado da esposa. Mas, a todo instante, ele era cumprimentado e requisitado para fotos. Quando o hino do Flamengo foi executado, a maioria esmagadora dos 400 convidados se voltou para o treinador e cantou como se o homenageasse. O treinador tentou acompanhar. Com os punhos cerrados, começou a cantar o hino, até que o choro não permitiu. Levou as mãos ao rosto, tentou esconder a emoção, mas logo foi cercado pelos convidados, aos gritos de “Joel, Joel”. O choro se tornou ainda mais intenso quando os convidados que o cercavam passaram a cantar a versão do tema da vitória. Uma bandeira do Flamengo foi entregue ao treinador. Além de beijá-la, Joel passou a enxugar as lágrimas nela. Abraçado por boa parte dos rubro-negros presentes, ele repetia.
- Vamos chegar lá. Todos nós, juntos ?- dizia, em referência à sonhada vaga na Libertadores.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
112 anos
Homenagem ao mais querido do Mundo!
Maria Helena Braun
De Letra
112 anos de paixão
Maria Helena Braun mbraun@jsports.com.br
Juro que cheguei a lamentar. Já estava vendo o fato inusitado despertar a atenção da imprensa mundial. Um grande acontecimento, a torcida do Flamengo lotando o Maracanã, só que pelo anel externo, isto é, fora do estádio. Já pensou oitenta e tantas mil pessoas gritando , cantando, empurrando time, que estaria dentro de um Maracanã vazio, enfrentando o Atlético Paranaense?
Lá dentro os jogadores escutariam os ecos da torcida, que acompanharia tudo por um telão. Seria um desses acontecimentos que entram para a história do futebol. Quando li nos jornais que o clube conseguiu um efeito suspensivo e que poderia jogar com portões abertos cheguei mesmo a me frustrar. Se tem coisas que só acontecem ao Botafogo, tem outras tantas que só acontecem com a torcida do Flamengo. Que me desculpem os fiéis Corinthianos, a onda gremista, a euforia dos mineiros atleticanos ou o fanatismo dos vascaínos, mas a torcida do Flamengo tem um algo a mais sim. E tem sido não o décimo segundo jogador, mas um jogador que entra em campo, que atua os 90 minutos e emociona.
Ou será que alguém duvida que mexe com os brios de um atleta aquela massa gritando o seu nome, lotando um estádio, fazendo uma festa incomparável? A responsabilidade aumenta. O jogador faz uma espécie de juramento íntimo de que vai retribuir o carinho da torcida de qualquer maneira. E assim tem sido.
Chega a emocionar o mais cético dos rivais. É um reconhecimento unânime entre jogadores, técnicos, imprensa. E já que a porteira está aberta, por conta de uma decisão da justiça, a massa rubro-negra vai dar mais um espetáculo no dia 25, um show anunciado, mais um recorde de público. E seria um show se fosse com portões fechados também. Hoje o Flamengo faz 112 anos. Mais de um século em que a torcida só faz crescer. Aos sons dos pistons da Charanga se juntaram os cantos do Tema da Vitória, as coreografias de braços, que inundam as arquibancadas. E apesar dos tempos de magras vitórias e ameaças de rebaixamento, a gente se pergunta: quando é que a torcida do Flamengo vai parar de crescer? A julgar pela herança de DNA, a resposta é nunca. Passa de pai pra filho, de filho pra neto, de neto pra bisneto e é um desses amores eternos que se tem na vida.
Maria Helena Braun
De Letra
112 anos de paixão
Maria Helena Braun mbraun@jsports.com.br
Juro que cheguei a lamentar. Já estava vendo o fato inusitado despertar a atenção da imprensa mundial. Um grande acontecimento, a torcida do Flamengo lotando o Maracanã, só que pelo anel externo, isto é, fora do estádio. Já pensou oitenta e tantas mil pessoas gritando , cantando, empurrando time, que estaria dentro de um Maracanã vazio, enfrentando o Atlético Paranaense?
Lá dentro os jogadores escutariam os ecos da torcida, que acompanharia tudo por um telão. Seria um desses acontecimentos que entram para a história do futebol. Quando li nos jornais que o clube conseguiu um efeito suspensivo e que poderia jogar com portões abertos cheguei mesmo a me frustrar. Se tem coisas que só acontecem ao Botafogo, tem outras tantas que só acontecem com a torcida do Flamengo. Que me desculpem os fiéis Corinthianos, a onda gremista, a euforia dos mineiros atleticanos ou o fanatismo dos vascaínos, mas a torcida do Flamengo tem um algo a mais sim. E tem sido não o décimo segundo jogador, mas um jogador que entra em campo, que atua os 90 minutos e emociona.
Ou será que alguém duvida que mexe com os brios de um atleta aquela massa gritando o seu nome, lotando um estádio, fazendo uma festa incomparável? A responsabilidade aumenta. O jogador faz uma espécie de juramento íntimo de que vai retribuir o carinho da torcida de qualquer maneira. E assim tem sido.
Chega a emocionar o mais cético dos rivais. É um reconhecimento unânime entre jogadores, técnicos, imprensa. E já que a porteira está aberta, por conta de uma decisão da justiça, a massa rubro-negra vai dar mais um espetáculo no dia 25, um show anunciado, mais um recorde de público. E seria um show se fosse com portões fechados também. Hoje o Flamengo faz 112 anos. Mais de um século em que a torcida só faz crescer. Aos sons dos pistons da Charanga se juntaram os cantos do Tema da Vitória, as coreografias de braços, que inundam as arquibancadas. E apesar dos tempos de magras vitórias e ameaças de rebaixamento, a gente se pergunta: quando é que a torcida do Flamengo vai parar de crescer? A julgar pela herança de DNA, a resposta é nunca. Passa de pai pra filho, de filho pra neto, de neto pra bisneto e é um desses amores eternos que se tem na vida.
domingo, 4 de novembro de 2007
O milagreiro
Segue trecho da coluna de Renato Mauricio Prado:
Lá da Turquia, o maior jogador rubro-negro de todos os tempos dispara e-mail categórico sobre o pentacampeonato do Flamengo:
Lá da Turquia, o maior jogador rubro-negro de todos os tempos dispara e-mail categórico sobre o pentacampeonato do Flamengo:
“Renato, depois de ler a sua coluna sobre esta polêmica do penta - e concordo plenamente com tudo que você escreveu -, não poderia deixar de me manifestar a respeito, principalmente porque tenho, na minha sala de troféus, a verdadeira Copa União, que me foi presenteada pelo Juca Kfouri, no dia da minha despedida do futebol.
Uma briga entre dirigentes, fora dos campos, levou a essa palhaçada. Mas nós, jogadores, e não os cartolas, ganhamos o título de 87 dentro do campo, com muito suor, derrotando vários adversários e o Inter, na final, e isso é o que importa.
A torcida sabe, a imprensa sabe. Títulos são conquistados dentro do campo e não por canetada de pessoas que fizeram história no futebol, mudando regulamentos e tendo atitudes que quase nunca beneficiaram o esporte. Um grande abraço, Zico”.
Você sabia que o CND (Conselho Nacional de Desportos), à época presidido pelo vascaíno Manoel Tubino, reconheceu o título brasileiro do Fla, em 1987?
Você sabia que a Taça da Caixa Econômica Federal (o tão polêmico “troféu das bolinhas”) só foi entregue aos campeões brasileiros até 1992 - ano em que o Fla conquistou o penta?
Sintomático, não? Basta checar nos arquivos e ver se, depois disso, alguém a recebeu, quando foi campeão brasileiro. Pois é…
Aliás, desde 1992, o regulamento do Campeonato Brasileiro sequer faz menção a respeito de qualquer troféu para ser entregue a quem conquistar o título cinco vezes. Por que será?
Tirada filosófica do Bagá, coçando a pança, em meio às obras do metrô, na Praça General Osório:
- É não é que, após a rodada do meio da semana, o Fla-Raikkonen já apareceu em terceiro, graças às travessuras de um bando de “Hamiltons” na pista?
- É não é que, após a rodada do meio da semana, o Fla-Raikkonen já apareceu em terceiro, graças às travessuras de um bando de “Hamiltons” na pista?
sábado, 3 de novembro de 2007
Desagravo ao mais querido do Brasil e do mundo!
Por efeito da canalhice (habitual) dos cartolas no episódio do penta do Fla, além de não se comprar da fabricante de material esportivo do rival paulista, vale também o boicote ao patrocinador da camisa do time que não respeita a torcida adversária. É uma forma de pressão válida, em tempo de responsabilidade sócio-ambiental...
A CBF está querendo aproveitar do lobby que os paulistas têm com a Sul-Americana para 2014, com toda certeza! Alguém duvida da fortuna que vai ser destinada para a reforma do Morumbi? Fiscais federais, aí está um bom lugar para se visitar com freqüência! Ministério Público e parlamentares, olho nessa Copa de 2014 desde já!!!
A CBF está querendo aproveitar do lobby que os paulistas têm com a Sul-Americana para 2014, com toda certeza! Alguém duvida da fortuna que vai ser destinada para a reforma do Morumbi? Fiscais federais, aí está um bom lugar para se visitar com freqüência! Ministério Público e parlamentares, olho nessa Copa de 2014 desde já!!!
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Vai e vem
Breves notas:
1) Obrigado, S. Judas! Obrigado, Joel!
2) Quem ganhou e quem perdeu com o Pan?
3) Ibson e Léo Moura são seleção Brasileira (se um treinador de classe vier a assumir o comando).
4) O pentacampeonato do Flamengo foi ganho no campo, não fora dele através de relações escusas com federações e dirigentes!
5) que as lições deste ano sejam aprendidas: chega de bizarrices caipiras e de contratações "pão-de-queijo"!
6) se Brasileiro voltar a ser em sistema de "play-off"... 2008 promete!
1) Obrigado, S. Judas! Obrigado, Joel!
2) Quem ganhou e quem perdeu com o Pan?
3) Ibson e Léo Moura são seleção Brasileira (se um treinador de classe vier a assumir o comando).
4) O pentacampeonato do Flamengo foi ganho no campo, não fora dele através de relações escusas com federações e dirigentes!
5) que as lições deste ano sejam aprendidas: chega de bizarrices caipiras e de contratações "pão-de-queijo"!
6) se Brasileiro voltar a ser em sistema de "play-off"... 2008 promete!
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Feliz 2008!
Com a volta da concentração de São Conrado, o Flamengo reedita a geração gloriosa.
Finalmente, o bom senso prevaleceu!
Finalmente, o bom senso prevaleceu!
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